Ser mulher. É muito mais do que um género, é um estado de espírito que se alcança. Com a idade. Com as experiências. Com a vida. Cada ruga é uma gargalhada tatuada. E isso não se esconde. Não se disfarça. Envolve-se NAQUELE vestido, enfeita-se com AQUELE colar, sobe-se ao patamar DAQUELES sapatos ou simplesmente desliza-se para o conforto DAQUELES jeans e... mostra-se orgulhosamente ao Mundo!

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Vi o vento

Naquela manhã fui pela primeira vez a um local onde sempre tive vontade de ir: ao Cristo-Rei. Com os seus braços protectores virados para Lisboa e os olhos pousados no Tejo.
O local foi escolhido pela A.L. E que bem escolhido!
Quando conheci a A. foi como conhecer a personificação do vento. Aquela mulher é um furacão da Natureza! A gargalhada fácil é contagiante, o sorriso é lindo, os olhos vivos, de quem vê, mais do que olha, de quem vive, mais do que está vivo.
Partilhámos umas horas, partilhámos experiências e pensamentos. E somos muito parecidas de personalidade. Muito parecidas!






Adorei esta sessão. Adorei conhecer esta mulher. Adorei ver o Vento!

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